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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

SE EU FOSSE O PAI NATAL…

Com este trabalho, de um pai que já foi menino, e que escrevia assim aos 10 anos de idade, terminamos o ciclo de publicações das crianças que quiseram partilhar connosco a sua mensagem de Natal.

EVOLUIR agradece a todos os meninos que quiseram participar e deseja que todos tenham tido um bom natal e algumas prendas no sapatinho.

Se eu fosse o Pai Natal, daria tudo por tudo, para que as crianças tivessem presentes. Nem que fosse só um cartãozinho, que muitas vezes vale mais que muitas coisas caras e sem interesse!
Mas se eu fosse mesmo,mesmo o Pai
do Mundo!...
Se eu fosse o Pai Natal, fazia com que as crianças e os adultos não andassem nas ruas, desamparados, a pedir esmolas, aos cantos das cidades ou vilas. Fazia com que elas tivessem um conforto, um sorriso profundo numa poltrona suave que lhes oferecesse comodidade… Ai, se eu fosse o Pai Natal!... Acabaria com a guerra, com tudo o que há de mal neste mundo cruel!!
Mas se eu fosse mesmo o Pai Natal mudaria o mundo, o Planeta inteiro! A todos dava um sorriso, um sorriso de alegria que afugentasse a tristeza.
Mas se eu fosse mesmo, mesmo o Pai do Mundo! … Na noite de 24 de Dezembro distribuía a paz e a ternura pelas famílias do mundo. Eu faria com que os que andam na guerra tivessem uma vida melhor e mais amorosa!
O Natal devia ser para juntar os países que estão em guerra, para tornar o MUNDO FELIZ!!!

Daniel Vaz ©2013,Aveiro,Portugal

10 anos

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Mãe?!


EVOLUIR agradece ao autor o envio deste texto para publicação

Daniel Vaz
Afinal de contas qual é a importância que uma Mãe tem numa vida?!
Tudo bem… é dela que nascemos… e nos primeiros tempos é ela que nos alimenta e está connosco quase que vinte e quatro horas por dia! Sim, eu sei que se torna chata quando nos está sempre a querer lavar, dar de comer, adormecer, lavar, dar de comer, adormecer e essas coisas intermináveis que um bebé recém-nascido já aprendeu. Mas o que é que se pode fazer?…
Lavar, dar de comer, adormecer...
Ela gosta de nos mimar e nós fazemos o sacrifício! Ok! A importância da Mãe na nossa vida é termos alguém que nos mime!
Mas afinal de contas para que serve a Mãe?!Um dia, quando era pequenino e queria ser grande, caí de bicicleta e foram dar comigo a gritar pela ”minha Mãe!!!”… Por que raio quando temos um problema chamamos pela minha Mãe?! Quer dizer… cada um chama pela sua… sim porque a minha é minha e de mais ninguém!!! Quer dizer… a minha também é Mãe de uma croma que é a minha irmã. Como ela diria:  “filha não, senhora professora, que só sou filha da minha Mãe!” Palavras sábias…Chamamos pela Mãe a toda a hora e a todo o momento e até quando queremos ofender alguém lhe chamamos pela Mãe… Será que é para isso que serve a Mãe?!
Ok! Chamamos por ela sempre que temos um friozinho no estômago, é isso! Sempre que como gelado lembro-me portanto da minha Mãe!

Mas afinal de contas o que é ser Mãe?!Bem… eu não sei porque não sou Mãe… mas a Mãe da minha filha disse-me, quando a minha filha saiu da sua Mãe, que “é um sentimento indescritível ser Mãe!”. Bem… eu não sei, tenho que confiar na palavra dela, mas sendo assim, a minha Mãe também deve ter ficado muito feliz quando eu nasci! E acho que ficou tão feliz que nem foi votar…Ok! Ser Mãe é isso! Ter filhos em dias de eleições e não ir votar!
Mas afinal de contas o que fazer com a Mãe?!Quando nascemos ninguém nos dá um Manual de Instruções da Mãe… e não entendo o porquê!? Cedo entendemos o que fazer com a mama, mas e as outras coisas?! Será que temos que aprender com a vida!? Que seca levar a Mãe ao limite sem saber qual é o limite dela…De início é fácil… basta mantê-la por perto e tudo corre bem!

terça-feira, 19 de março de 2013

O meu Pai!


EVOLUIR agradece este texto para publicação

                                                                                 Daniel Vaz

Dei de caras contigo...
Foi a 27 de junho de 1976 que te conheci!
Mal saí para ver o mundo dei de caras contigo, e quase me afoguei na baba…
Não sabia ao certo quem eras, mas depois comecei a perceber tudo! Havia uma mama que me dava leitinho… e tu estavas sempre lá ao lado!
Pouco tempo depois comecei a ter outra perceção da realidade. Afinal aquela mama tinha uma mãe por trás a quem davas muitos beijinhos, e fazias palhaçadas para eu rir… Eu ria, mamava, voltava a rir, e voltava a mamar! Uma vida cansativa à qual tu adicionavas os beijinhos e os miminhos que me sabiam tão bem.
Ensinaste-me a cair....
Até que um dia fui para a escola!
Tinha que descrever o corpo, as casas e “outras coisas que não me apetece dizer agora…” mas tiveste muita paciência e ajudaste-me a crescer para vir a ser aquele menino que metia a mão na panela da sopa à procura das batatas e que fazia marcha atrás em direção a um balde de tinta!...
Adorava andar de bicicleta e tu ensinaste-me a cair… e a levantar-me também!
Muitas corridas deste atrás de mim, mas até certo ponto acho que era eu quem te punha em forma!


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